Notas de Imprensa

pcp logoA Direcção Regional do Alentejo do PCP, reunida no dia 20 de Dezembro, fez o balanço do XX Congresso do PCP, analisou a situação política e social na região, e aprovou o calendário de iniciativas de âmbito Alentejo para 2017.

PCP solidário com Comissões de Utentes e populações

ic1 lx out2016Cerca de 200 pessoas estiveram concentradas em frente ao Ministério do Planeamento e Infraestruturas para reivindicarem obras urgentes no troço do IC1 entre Alcácer do Sal e Grândola, tal como a conclusão das obras na A26-1 entre Santo André e Sines.

O PCP desde sempre se mostrou solidário com estas reivindicações das Comissões de Utentes, do Poder Local e das populações. Não só o PCP esteve representado com o Grupo Parlamentar nas lutas dos últimos anos, como na Assembleia da República apresentou moções que foram votadas contra pelo PSD/CDS, na altura no Governo, como foram feitas perguntas que se mostraram sempre inconclusivos nas respostas.

pcp_logoA Direcção Regional do Alentejo do PCP, (DRA) reunida no dia 27 de Setembro, analisou a situação política e social na região, a preparação do XX Congresso do Partido e o andamento das acções e iniciativas em curso e fez o balanço da 40º Festa do Avante!.

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Foi aprovado por unanimidade, ontem, o projecto de resolução apresentado pelo PCP na Assembleia da República pela intervenção urgente na recuperação do IC1 - troço Alcácer do Sal/Grândola.

O PCP considera que a aprovação desta resolução é uma vitória de toda a população do Litoral Alentejano, especialmente para as de Alcácer do Sal e Grândola. E que é a consequência da intensa luta que as populações têm desenvolvido ao longo destes últimos anos pela resolução deste grave problema, luta esta desenvolvida através da Comissão de Utentes do IC1 e sempre com o apoio das autarquias locais de Alcácer do Sal e Grândola.

Numa situação económica e social devastadora para o Alentejo e para o país, a que se soma uma progressiva degradação no plano político, coloca como imperativo nacional a ruptura com a política de direita e pôr fim ao ciclo vicioso da alternância de quase quatro décadas entre PS e PSD, com ou sem CDS, evidenciando cada vez mais a urgência da construção de uma política patriótica e de esquerda. Não foram os discursos de Natal nem de Ano Novo que iludiram a dura realidade dos trabalhadores e do povo. Como também não são cantilenas nem cantos de sereia de um PS que, mudando de cara, e com muita retórica e proclamações, não só não se demarca como insiste nas linhas estruturantes materializadas nos PEC e no Pacto de Agressão.