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Projecto de Manifesto >>>
Projecto de Resolução Política >>>
O PCP nota e lamenta o encerramento definitivo da fábrica da INDORAMA no Complexo Industrial e Portuário de Sines e manifesta a sua solidariedade com os trabalhadores da INDORAMA agora despedidos e respetivas famílias.
Estamos perante mais um capítulo negro da desindustrialização do país e de destruição social que se materializa no aumento do desemprego ou eliminação do emprego com direitos.
O encerramento acontece, infelizmente sem surpresas. Adivinhava-se deste o início do lay-off e apesar os contactos desenvolvidos pelos trabalhadores em conjunto com o seu sindicato em Lisboa juntos dos ministérios do trabalho e economia, nem governo, nem autarquia esboçaram qualquer iniciativa pública para salvaguardar a produção nacional e os postos de trabalho.
A desindustrialização no Complexo industrial de Sines continua a fazer o seu caminho apesar dos muitos anúncios de projetos, a Compelmada, (antiga) Portsines, Metalsines, Linde Gás, Carbogal, Recipneu, Central Termoeléctrica da EDP e agora a INDORAMA aparecem numa série negra de desmantelamento industrial no concelho e na região.
Após um ano de lay-off - setembro de 2023 a outubro de 2024 - suportado por verbas da Segurança Social, não houve nenhum resultado positivo, nem para os trabalhadores, nem para o país. Apenas ficou mais evidente a displicência com que são aplicados os fundos destinados a pagar prestações sociais e reformas.
A delapidação dos recursos da segurança social soma a todos os fundos públicos enterrados na fábrica de Sines, recordando que a INDORAMA comprou a Artlant em 2018 a preço de saldo, por cerca de 28 M€ que abateram à massa insolvente de cerca de 700 milhões à Caixa Geral de Depósitos.
O que se está a passar na fábrica da INDORAMA em Sines é mais um exemplo de má governação por parte do PS e PSD e de como as políticas seguidistas destes partidos face à União Europeia prejudicam o desenvolvimento do país, a vida dos trabalhadores e do povo portugueses.
No horizonte de eleições legislativas antecipadas e autárquicas é importante ter em conta o governo dos partidos que desgovernaram o país.
O caso da INDORAMA poderá dar azo à deslocalização da fábrica de Sines e que é preciso impedir e devia ter sido prevenido, designadamente, pelo condicionamento de ajudas públicas, como as provenientes do orçamento da UE, a obrigações de proteção do emprego, de respeito pelos direitos dos trabalhadores e de contributo para o desenvolvimento local e regional.
Para reindustrializar o país, de facto, a CDU defende o retorno ao sector empresarial do Estado os sectores estratégicos da economia, o apoio à actividade industrial, à sua modernização e diversificação, visando o seu crescimento; do apoio ao sector comercial, particularmente ao comércio tradicional, visando a sua modernização; e do apoio ao sector cooperativo, em toda a sua diversidade, visando a salvaguarda da sua função social.

A LUTA TEM de CONTINUAR NA PSA
O Partido Comunista Português saúda e valoriza a acção de luta na PSA Sines no dia 6 de janeiro, que contou com a participação de mais de uma centena de trabalhadores. São acções como esta que fazem os patrões recuar e que permitem que se conquistem e consolidem direitos.
O PCP alerta para que os trabalhadores travem qualquer tentativa de resfriar a luta, de paralisar os espaços de organização dos trabalhadores e que prossigam o necessário processo reivindicativo. O processo democrático de escolha dos seus representantes deve seguir a par do processo reivindicativo.
Divididos, a Administração consegue impor os ataques que há tanto procuram concretizar. Unidos, os trabalhadores têm força suficiente para conquistar uma progressão de carreira, garantir salários justos e horários adequados.
Só através da luta é possível avançar.
ANTECIPAÇÃO DA IDADE DA REFORMA PARA OS TRABALHADORES POR TURNOS
Foi discutida na Assembleia da República a Petição pelo reconhecimento do desgaste rápido na indústria, com mais de 13.000 assinaturas. A principal reivindicação, 55 anos com vinte anos de trabalho por turnos para os trabalhadores dos setores industriais.
Entendemos que só com a intensificação da Luta organizada, o envolvimento e participação de todos os trabalhadores será possível concretizar os objetivos.
AUMENTAR OS SALÁRIOS – 95793 assinaturas recolhidas
Pelo aumento geral dos salários e pensões. Pelo direito à habitação. Pela defesa e melhoria dos serviços públicos, em particular o Serviço Nacional de Saúde e a Escola Pública. Pelo direito a creche gratuita para todas as crianças, numa rede pública.
Por um País com futuro, desenvolvido e soberano.
Razões bastantes para o PCP apelar à acção e ao compromisso dos trabalhadores, dos pensionistas e reformados, dos jovens, das mulheres, das populações, à luta por uma vida melhor.
Até março de 2025, por todo o País, à porta de empresas, nos refeitórios, nas zonas de convívio, nas praças e transportes públicos, nos mercados e nos bairros, vamos dar força à urgência de aumentar salários e pensões, com a tua assinatura, num abaixo-assinado dirigido ao primeiro-ministro.

A 𝐂𝐨𝐥𝐢𝐠𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐃𝐞𝐦𝐨𝐜𝐫𝐚́𝐭𝐢𝐜𝐚 𝐔𝐧𝐢𝐭𝐚́𝐫𝐢𝐚 – 𝐂𝐃𝐔, torna público que 𝐕𝐢́𝐭𝐨𝐫 𝐏𝐫𝐨𝐞𝐧𝐜̧𝐚 𝐞́ 𝐨 𝐜𝐚𝐧𝐝𝐢𝐝𝐚𝐭𝐨 𝐚̀ 𝐩𝐫𝐞𝐬𝐢𝐝𝐞̂𝐧𝐜𝐢𝐚 𝐝𝐚 𝐂𝐚̂𝐦𝐚𝐫𝐚 𝐌𝐮𝐧𝐢𝐜𝐢𝐩𝐚𝐥 𝐝𝐞 𝐒𝐚𝐧𝐭𝐢𝐚𝐠𝐨 𝐝𝐨 𝐂𝐚𝐜𝐞́𝐦, 𝐧𝐚𝐬 𝐄𝐥𝐞𝐢𝐜̧𝐨̃𝐞𝐬 𝐀𝐮𝐭𝐚́𝐫𝐪𝐮𝐢𝐜𝐚𝐬 𝐝𝐞 𝟐𝟎𝟐𝟓.
É atualmente 𝐏𝐫𝐞𝐬𝐢𝐝𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐝𝐚 𝐂𝐚̂𝐦𝐚𝐫𝐚 𝐌𝐮𝐧𝐢𝐜𝐢𝐩𝐚𝐥 𝐝𝐞 𝐀𝐥𝐜𝐚́𝐜𝐞𝐫 𝐝𝐨 𝐒𝐚𝐥, 𝐝𝐞𝐬𝐝𝐞 𝐨𝐮𝐭𝐮𝐛𝐫𝐨 𝐝𝐞 𝟐𝟎𝟏𝟑, município que nos últimos 11 anos ganhou uma modernização fantástica.
Entre 𝟐𝟎𝟎𝟏 𝐞 𝟐𝟎𝟏𝟑 𝐩𝐫𝐞𝐬𝐢𝐝𝐢𝐮 𝐚̀ 𝐂𝐚̂𝐦𝐚𝐫𝐚 𝐌𝐮𝐧𝐢𝐜𝐢𝐩𝐚𝐥 𝐝𝐞 𝐒𝐚𝐧𝐭𝐢𝐚𝐠𝐨 𝐝𝐨 𝐂𝐚𝐜𝐞́𝐦.
A Candidatura da CDU à Câmara Municipal de Santiago do Cacém, cujo Candidato a Presidente de Câmara agora se anuncia, 𝐚𝐬𝐬𝐮𝐦𝐞-𝐬𝐞 𝐧𝐚 𝐜𝐨𝐧𝐭𝐢𝐧𝐮𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞 𝐝𝐨 𝐭𝐫𝐚𝐛𝐚𝐥𝐡𝐨 𝐞 𝐢𝐧𝐭𝐞𝐫𝐯𝐞𝐧𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐝𝐚 𝐂𝐃𝐔 𝐚̀ 𝐟𝐫𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐝𝐨𝐬 𝐝𝐞𝐬𝐭𝐢𝐧𝐨𝐬 𝐝𝐨 𝐂𝐨𝐧𝐜𝐞𝐥𝐡𝐨 𝐝𝐞𝐬𝐝𝐞 𝐚 𝐑𝐞𝐯𝐨𝐥𝐮𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐝𝐨 𝟐𝟓 𝐝𝐞 𝐀𝐛𝐫𝐢𝐥, 𝐬𝐞𝐦𝐩𝐫𝐞 𝐚𝐨 𝐬𝐞𝐫𝐯𝐢𝐜̧𝐨 𝐝𝐚𝐬 𝐬𝐮𝐚𝐬 𝐩𝐨𝐩𝐮𝐥𝐚𝐜̧𝐨̃𝐞𝐬.
Já anteriormente, em Santiago do Cacém, nos seus mandatos 𝐟𝐨𝐫𝐚𝐦 𝐜𝐨𝐧𝐬𝐭𝐫𝐮𝐢́𝐝𝐚𝐬 𝐚𝐬 𝐩𝐢𝐬𝐜𝐢𝐧𝐚𝐬 𝐦𝐮𝐧𝐢𝐜𝐢𝐩𝐚𝐢𝐬, 𝐨 𝐧𝐨𝐯𝐨 𝐏𝐚𝐫𝐪𝐮𝐞 𝐔𝐫𝐛𝐚𝐧𝐨 𝐝𝐚 𝐜𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞 𝐝𝐞 𝐒𝐚𝐧𝐭𝐢𝐚𝐠𝐨 𝐝𝐨 𝐂𝐚𝐜𝐞́𝐦, 𝐨 𝐏𝐚𝐫𝐪𝐮𝐞 𝐝𝐞 𝐄𝐦𝐩𝐫𝐞𝐬𝐚𝐬 𝐝𝐞 𝐂𝐞𝐫𝐜𝐚𝐥 𝐝𝐨 𝐀𝐥𝐞𝐧𝐭𝐞𝐣𝐨, 𝐚 𝐁𝐢𝐛𝐥𝐢𝐨𝐭𝐞𝐜𝐚 𝐝𝐞 𝐒𝐚𝐧𝐭𝐨 𝐀𝐧𝐝𝐫𝐞́, 𝐨 𝐏𝐚𝐯𝐢𝐥𝐡𝐚̃𝐨 𝐃𝐞𝐬𝐩𝐨𝐫𝐭𝐢𝐯𝐨 𝐝𝐞 𝐒𝐚𝐧𝐭𝐨 𝐀𝐧𝐝𝐫𝐞́ 𝐞 𝐨 𝐀𝐮𝐝𝐢𝐭𝐨́𝐫𝐢𝐨 𝐌𝐮𝐧𝐢𝐜𝐢𝐩𝐚𝐥 𝐀𝐧𝐭𝐨́𝐧𝐢𝐨 𝐂𝐡𝐚𝐢𝐧𝐡𝐨.
A CDU orgulha-se da intervenção e gestão autárquica no concelho, com 𝐢𝐦𝐞𝐧𝐬𝐚 𝐨𝐛𝐫𝐚 𝐫𝐞𝐚𝐥𝐢𝐳𝐚𝐝𝐚 𝐧𝐚 𝐂𝐚̂𝐦𝐚𝐫𝐚 𝐌𝐮𝐧𝐢𝐜𝐢𝐩𝐚𝐥 𝐞 𝐧𝐚𝐬 𝐅𝐫𝐞𝐠𝐮𝐞𝐬𝐢𝐚𝐬 𝐚𝐨 𝐥𝐨𝐧𝐠𝐨 𝐝𝐞 𝐝𝐞́𝐜𝐚𝐝𝐚𝐬, 𝐨𝐛𝐫𝐚 𝐞𝐬𝐬𝐚 𝐚 𝐪𝐮𝐞 𝐚 𝐚𝐜𝐭𝐮𝐚𝐥 𝐞𝐪𝐮𝐢𝐩𝐚 𝐪𝐮𝐞 𝐠𝐞𝐫𝐞 𝐨𝐬 𝐝𝐞𝐬𝐭𝐢𝐧𝐨𝐬 𝐝𝐨 𝐂𝐨𝐧𝐜𝐞𝐥𝐡𝐨, 𝐞𝐧𝐜𝐚𝐛𝐞𝐜̧𝐚𝐝𝐚 𝐩𝐞𝐥𝐨 𝐚𝐜𝐭𝐮𝐚𝐥 𝐏𝐫𝐞𝐬𝐢𝐝𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐝𝐚 𝐂𝐌 𝐝𝐞 𝐒𝐚𝐧𝐭𝐢𝐚𝐠𝐨 𝐝𝐨 𝐂𝐚𝐜𝐞́𝐦, 𝐀́𝐥𝐯𝐚𝐫𝐨 𝐁𝐞𝐢𝐣𝐢𝐧𝐡𝐚, 𝐬𝐨𝐮𝐛𝐞 𝐝𝐚𝐫 𝐞𝐱𝐩𝐫𝐞𝐬𝐬𝐚̃𝐨 𝐞 𝐬𝐞𝐠𝐮𝐢𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨.
A candidatura de Vítor Proença a Presidente da CM de Santiago do Cacém é assim 𝐮𝐦𝐚 𝐚𝐩𝐨𝐬𝐭𝐚 𝐪𝐮𝐞 𝐝𝐚́ 𝐜𝐨𝐧𝐭𝐢𝐧𝐮𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞 𝐚𝐨 𝐩𝐫𝐨𝐣𝐞𝐜𝐭𝐨, 𝐚̀ 𝐯𝐢𝐬𝐚̃𝐨 𝐞 𝐚̀𝐬 𝐩𝐫𝐨𝐩𝐨𝐬𝐭𝐚𝐬 𝐝𝐚 𝐂𝐃𝐔 𝐞 𝐪𝐮𝐞 𝐩𝐫𝐞𝐭𝐞𝐧𝐝𝐞 𝐚𝐩𝐫𝐨𝐟𝐮𝐧𝐝𝐚𝐫 𝐚𝐢𝐧𝐝𝐚 𝐦𝐚𝐢𝐬 𝐮𝐦𝐚 𝐠𝐞𝐬𝐭𝐚̃𝐨 𝐝𝐞𝐦𝐨𝐜𝐫𝐚́𝐭𝐢𝐜𝐚, 𝐝𝐞 𝐩𝐫𝐨𝐱𝐢𝐦𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞 𝐞 𝐢𝐧𝐨𝐯𝐚𝐝𝐨𝐫𝐚, 𝐪𝐮𝐞 𝐫𝐞𝐬𝐩𝐞𝐢𝐭𝐚 𝐞 𝐯𝐚𝐥𝐨𝐫𝐢𝐳𝐚 𝐨𝐬 𝐭𝐫𝐚𝐛𝐚𝐥𝐡𝐚𝐝𝐨𝐫𝐞𝐬 𝐝𝐚 𝐚𝐮𝐭𝐚𝐫𝐪𝐮𝐢𝐚, 𝐪𝐮𝐞 𝐩𝐫𝐞𝐭𝐞𝐧𝐝𝐞 𝐞𝐥𝐞𝐯𝐚𝐫 𝐨 𝐝𝐞𝐬𝐞𝐧𝐯𝐨𝐥𝐯𝐢𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨 𝐝𝐨 𝐂𝐨𝐧𝐜𝐞𝐥𝐡𝐨 𝐚 𝐧𝐨𝐯𝐨𝐬 𝐩𝐚𝐭𝐚𝐦𝐚𝐫𝐞𝐬 𝐧𝐚𝐬 𝐦𝐚𝐢𝐬 𝐝𝐢𝐯𝐞𝐫𝐬𝐚𝐬 𝐚́𝐫𝐞𝐚𝐬 e continuar a projectar Santiago do Cacém na região Alentejo.
Integra 𝐝𝐞𝐬𝐝𝐞 𝟐𝟎𝟏𝟒 𝐨 𝐂𝐨𝐧𝐬𝐞𝐥𝐡𝐨 𝐝𝐞 𝐂𝐨𝐧𝐜𝐞𝐫𝐭𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐓𝐞𝐫𝐫𝐢𝐭𝐨𝐫𝐢𝐚𝐥, órgão presidido pelo primeiro-ministro e que inclui apenas seis presidentes de Câmara.
Desde 2021 𝐩𝐚𝐬𝐬𝐨𝐮 𝐚 𝐢𝐧𝐭𝐞𝐠𝐫𝐚𝐫 𝐚 𝐂𝐨𝐦𝐢𝐬𝐬𝐚̃𝐨 𝐍𝐚𝐜𝐢𝐨𝐧𝐚𝐥 𝐝𝐞 𝐀𝐜𝐨𝐦𝐩𝐚𝐧𝐡𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨 𝐝𝐨 𝐏𝐥𝐚𝐧𝐨 𝐝𝐞 𝐑𝐞𝐜𝐮𝐩𝐞𝐫𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐞 𝐑𝐞𝐬𝐢𝐥𝐢𝐞̂𝐧𝐜𝐢𝐚 (PRR).
Profundo conhecedor e defensor dos interesses do Litoral Alentejano, Vítor Proença, 𝐝𝐞𝐬𝐭𝐚𝐜𝐨𝐮-𝐬𝐞 𝐞𝐦 𝐢𝐧𝐭𝐞𝐫𝐯𝐞𝐧𝐜̧𝐨̃𝐞𝐬 𝐝𝐢𝐫𝐞𝐭𝐚𝐬 𝐪𝐮𝐞 𝐯𝐢𝐚𝐛𝐢𝐥𝐢𝐳𝐚𝐫𝐚𝐦, 𝐞𝐧𝐭𝐫𝐞 𝐨𝐮𝐭𝐫𝐚𝐬, 𝐚 𝐜𝐨𝐧𝐬𝐭𝐫𝐮𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐞 𝐚𝐛𝐞𝐫𝐭𝐮𝐫𝐚 𝐝𝐨 𝐇𝐨𝐬𝐩𝐢𝐭𝐚𝐥 𝐝𝐨 𝐋𝐢𝐭𝐨𝐫𝐚𝐥 𝐀𝐥𝐞𝐧𝐭𝐞𝐣𝐚𝐧𝐨, 𝐚 𝐚𝐟𝐢𝐫𝐦𝐚𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐭𝐮𝐫𝐢́𝐬𝐭𝐢𝐜𝐚 𝐝𝐨 𝐋𝐢𝐭𝐨𝐫𝐚𝐥 𝐀𝐥𝐞𝐧𝐭𝐞𝐣𝐚𝐧𝐨, 𝐚 𝐯𝐢𝐧𝐝𝐚 𝐝𝐞 𝐦𝐚𝐢𝐬 𝐦𝐞́𝐝𝐢𝐜𝐨𝐬 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐨 𝐀𝐥𝐞𝐧𝐭𝐞𝐣𝐨, 𝐨 𝐒𝐢𝐬𝐭𝐞𝐦𝐚 𝐏𝐮́𝐛𝐥𝐢𝐜𝐨 𝐝𝐞 𝐀𝐛𝐚𝐬𝐭𝐞𝐜𝐢𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨 𝐝𝐞 𝐀́𝐠𝐮𝐚𝐬 𝐞 𝐄𝐟𝐥𝐮𝐞𝐧𝐭𝐞𝐬 𝐝𝐨 𝐀𝐥𝐞𝐧𝐭𝐞𝐣𝐨, 𝐦𝐞𝐝𝐢𝐝𝐚𝐬 𝐩𝐞𝐥𝐚 𝐝𝐞𝐬𝐩𝐨𝐥𝐮𝐢𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐝𝐚𝐬 𝐩𝐫𝐚𝐢𝐚𝐬 𝐞 𝐨 𝐧𝐨𝐯𝐨 𝐒𝐢𝐬𝐭𝐞𝐦𝐚 𝐝𝐞 𝐑𝐞𝐝𝐮𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐓𝐚𝐫𝐢𝐟𝐚́𝐫𝐢𝐚 𝐧𝐨𝐬 𝐩𝐚𝐬𝐬𝐞𝐬 𝐞𝐦 𝐭𝐫𝐚𝐧𝐬𝐩𝐨𝐫𝐭𝐞 𝐫𝐨𝐝𝐨𝐯𝐢𝐚́𝐫𝐢𝐨. No âmbito da CIMAL – Comunidade Intermunicipal do Alentejo Litoral 𝐞𝐬𝐭𝐚́ 𝐞𝐦𝐩𝐞𝐧𝐡𝐚𝐝𝐨 𝐧𝐨 𝐫𝐞𝐠𝐫𝐞𝐬𝐬𝐨 𝐝𝐨𝐬 𝐜𝐨𝐦𝐛𝐨𝐢𝐨𝐬 𝐝𝐞 𝐩𝐚𝐬𝐬𝐚𝐠𝐞𝐢𝐫𝐨𝐬 𝐚 𝐭𝐨𝐝𝐚 𝐚 𝐫𝐞𝐠𝐢𝐚̃𝐨.
É o 𝐏𝐫𝐞𝐬𝐢𝐝𝐞𝐧𝐭𝐞 𝐝𝐚 𝐂𝐈𝐌𝐀𝐋 que reúne os municípios de Alcácer do Sal, Grândola, Santiago do Cacém, Sines e Odemira. Por inerência de funções preside ao seu Conselho Estratégico.
𝐏𝐫𝐞𝐬𝐢𝐝𝐢𝐮 𝐚̀ 𝐀𝐌𝐆𝐀𝐏 - Associação de Municípios para a Gestão da Água Pública do Alentejo que inclui 20 municípios.
𝐈𝐧𝐭𝐞𝐠𝐫𝐨𝐮 𝐨 𝐂𝐨𝐧𝐬𝐞𝐥𝐡𝐨 𝐃𝐢𝐫𝐞𝐭𝐢𝐯𝐨 𝐝𝐚 𝐀𝐍𝐌𝐏 – Associação Nacional dos Municípios Portugueses, entre 2013 e 2017, e 𝐢𝐧𝐭𝐞𝐠𝐫𝐚 𝐧𝐚 𝐚𝐭𝐮𝐚𝐥𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞 𝐨 𝐂𝐨𝐧𝐬𝐞𝐥𝐡𝐨 𝐆𝐞𝐫𝐚𝐥 𝐝𝐚 𝐀𝐍𝐌𝐏.
Em 2016 foi distinguido como “𝐏𝐞𝐫𝐬𝐨𝐧𝐚𝐥𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞 𝐝𝐨 𝐀𝐧𝐨”, 𝐩𝐞𝐥𝐨 𝐬𝐞𝐦𝐚𝐧𝐚́𝐫𝐢𝐨 𝐒𝐞𝐦 𝐌𝐚𝐢𝐬 𝐞, 𝐞𝐦 𝟐𝟎𝟎𝟕, 𝐜𝐨𝐦𝐨 “𝐀𝐮𝐭𝐚𝐫𝐜𝐚 𝐝𝐨 𝐀𝐧𝐨” 𝐩𝐞𝐥𝐚 𝐫𝐞𝐯𝐢𝐬𝐭𝐚 𝐌𝐚𝐢𝐬 𝐀𝐥𝐞𝐧𝐭𝐞𝐣𝐨.
Em 2016 𝐫𝐞𝐩𝐫𝐞𝐬𝐞𝐧𝐭𝐨𝐮 𝐚 𝐀𝐍𝐌𝐏 𝐧𝐨 𝐂𝐨𝐧𝐠𝐫𝐞𝐬𝐬𝐨 𝐝𝐚𝐬 𝐜𝐢𝐝𝐚𝐝𝐞𝐬 𝐞 𝐫𝐞𝐠𝐢𝐨̃𝐞𝐬 𝐝𝐚 𝐄𝐮𝐫𝐨𝐩𝐚, 𝐞𝐦 𝐍𝐢𝐜𝐨́𝐬𝐢𝐚, 𝐞 𝐞𝐦 𝟐𝟎𝟏𝟖, 𝐧𝐨 𝐅𝐨́𝐫𝐮𝐦 𝐌𝐮𝐧𝐝𝐢𝐚𝐥 𝐝𝐚 𝐀́𝐠𝐮𝐚, 𝐞𝐦 𝐁𝐫𝐚𝐬𝐢́𝐥𝐢𝐚.
Subscreveu, em 2010, em Bruxelas, o 𝐏𝐚𝐜𝐭𝐨 𝐝𝐨𝐬 𝐀𝐮𝐭𝐚𝐫𝐜𝐚𝐬 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐨 𝐜𝐨𝐦𝐛𝐚𝐭𝐞 𝐚̀𝐬 𝐚𝐥𝐭𝐞𝐫𝐚𝐜̧𝐨̃𝐞𝐬 𝐜𝐥𝐢𝐦𝐚́𝐭𝐢𝐜𝐚𝐬.
Acérrimo 𝐝𝐞𝐟𝐞𝐧𝐬𝐨𝐫 𝐝𝐨𝐬 𝐝𝐢𝐫𝐞𝐢𝐭𝐨𝐬 𝐝𝐨𝐬 𝐭𝐫𝐚𝐛𝐚𝐥𝐡𝐚𝐝𝐨𝐫𝐞𝐬, 𝐜𝐨𝐦𝐞𝐫𝐜𝐢𝐚𝐧𝐭𝐞𝐬 𝐞 𝐚𝐠𝐫𝐢𝐜𝐮𝐥𝐭𝐨𝐫𝐞𝐬, Vítor Proença esteve sempre 𝐚𝐨 𝐥𝐚𝐝𝐨 𝐝𝐞 𝐪𝐮𝐞𝐦 𝐭𝐫𝐚𝐛𝐚𝐥𝐡𝐚 𝐞 𝐩𝐫𝐨𝐝𝐮𝐳, 𝐧𝐚 𝐝𝐞𝐟𝐞𝐬𝐚 𝐝𝐚𝐬 𝐬𝐮𝐚𝐬 𝐣𝐮𝐬𝐭𝐚𝐬 𝐜𝐚𝐮𝐬𝐚𝐬.
𝐄𝐬𝐭𝐞𝐯𝐞 𝐬𝐞𝐦𝐩𝐫𝐞 𝐜𝐨𝐦 𝐚𝐬 𝐩𝐨𝐩𝐮𝐥𝐚𝐜̧𝐨̃𝐞𝐬, pelo reforço do Serviço Nacional de Saúde e contra o encerramento de extensões de saúde, pela aposta nas escolas rurais e serviços públicos de qualidade, assim como contra a extinção de freguesias tão importantes na proximidade com as populações.
Vítor Proença é 𝐦𝐞𝐦𝐛𝐫𝐨 𝐝𝐨 𝐏𝐂𝐏 𝐡𝐚́ 𝟒𝟗 𝐚𝐧𝐨𝐬, 𝐞 𝐢𝐧𝐭𝐞𝐠𝐫𝐚 𝐚 𝐃𝐢𝐫𝐞𝐜𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐑𝐞𝐠𝐢𝐨𝐧𝐚𝐥 𝐝𝐨 𝐋𝐢𝐭𝐨𝐫𝐚𝐥 𝐀𝐥𝐞𝐧𝐭𝐞𝐣𝐚𝐧𝐨 𝐝𝐨 𝐏𝐂𝐏, 𝐛𝐞𝐦 𝐜𝐨𝐦𝐨 𝐨 𝐆𝐓𝐀𝐋 – Gabinete Técnico de Apoio às Autarquias Locais, junto do Comité Central do PCP.
A Direcção Regional do Alentejo do Partido Comunista Português (DRA do PCP) reuniu no dia 18 de Fevereiro, tendo avaliado a evolução da situação económica e social da Região, procedido a um balanço da participação da região no XXII Congresso do PCP, e identificado as tarefas a realizar para o cumprimento das conclusões do Congresso, bem como as tarefas que se colocam aos membros do Partido na continuação da luta pela resolução dos problemas do Alentejo e para um futuro melhor para quem aqui vive e trabalha.
1 - A DRA do PCP sublinha o êxito da realização do XXII Congresso, momento de discussão e de afirmação do projecto e ideal comunista, de promoção e estímulo à luta dos trabalhadores e das populações para a qual contarão sempre com o empenho e a determinação dos militantes do PCP, procurando sempre alargar a convergência e a luta pela ruptura com a política de direita que PS e PSD à vez, têm imposto agora com a conivência de IL e CHEGA.
Pelo seu conteúdo, dimensão, ligação à vida e confiança demonstrada, o XXII Congresso constituiu um importante marco na luta centenária do PCP em defesa das liberdades, dos valores de Abril, pela Democracia e o Socialismo.
2 - A evolução da situação económica e social no Alentejo caracteriza-se, tal como no plano nacional, pelo agravamento dos problemas, pelo acentuar das desigualdades económicas, sociais e territoriais e pela ausência de políticas concretas que enfrentem as dificuldades com que os trabalhadores e o Povo se confrontam. O Governo PSD/CDS acentuou e agravou a política de direita, que o PS vinha igualmente desenvolvendo, contando para isso com o apoio dos seus sucedâneos IL e Chega por maior que seja a propaganda para desviar as atenções desse facto.
Persistem e agravam-se os problemas no acesso aos serviços de saúde. Crescem as dificuldades no acesso a habitação condigna. No sector da educação tardam em realizar-se os investimentos em escolas e recursos humanos. Adiam-se continuamente as obras prometidas em termos de acessibilidades.
A resposta à política de direita - que no Alentejo tem um ainda maior impacto devido às assimetrias regionais - passa pela luta dos trabalhadores e das populações, pela afirmação da política alternativa patriótica e de esquerda, pela defesa e valorização dos ideais de Abril que a Constituição consagra e que importa cumprir em todas as suas dimensões.
3 - A DRA do PCP afirma a relevância da evocação dos 50 anos da Reforma Agrária, no quadro das comemorações dos 50 anos do 25 de Abril. Valoriza as várias iniciativas já realizadas, nomeadamente assinalando datas marcantes e contribuindo para a divulgação de obras escritas de grande actualidade e importância.
Destaca a grande iniciativa realizada em Évora, no dia 2 de Fevereiro, que contou com a presença de Paulo Raimundo Secretário-Geral do PCP e em que participaram várias centenas de pessoas, que encheram por completo o Teatro Garcia Resende, entre as quais vários dos protagonistas e construtores da reforma agrária – a mais bela conquista de Abril.
Tratou-se de um momento marcante e vibrante de homenagem e de defesa da verdade histórica, mas sobretudo um momento virado para o futuro com a afirmação de que é urgente e é possível uma outra política agrícola, assente numa política alternativa, que passa pela exigência da transformação da estrutura fundiária no Alentejo e pela adopção de uma estratégia de desenvolvimento de acordo com os interesses do País.
4 - O Programa do Partido e as propostas que o PCP tem apresentado na Área da Agricultura para a região Alentejo assentam na defesa de uma Reforma Agrária e de uma agricultura diversificada como elemento fundamental da base económica da região.
A necessidade de uma nova política agrícola é confirmada pela análise à situação actual da agricultura no Alentejo. Passados 23 anos do início do enchimento da albufeira de Alqueva, que criou condições para o aumento do regadio, o que se verifica é um modelo de desenvolvimento que assenta na intensificação da exploração dos recursos hídricos, do solo e dos trabalhadores, numa lógica de monocultura e de primazia dos interesses do capital em detrimento da produção, sendo necessária por isso uma mudança neste modelo com uma agricultura que tenha como prioridade o contributo para a segurança e soberania alimentar.
Considerando importante uma gestão racional dos recursos hídricos e existindo espaço para alargamento das áreas de regadio, a DRA do PCP expressa a sua preocupação relativamente à evolução do processo da construção da Barragem do Crato-Pisão, com a retirada do seu financiamento do PRR e a anulação pelo Tribunal da sua Declaração de Impacto Ambiental e reclama do governo que adopte as medidas indispensáveis a garantir o financiamento para a sua construção e para a resolução dos problemas ambientais, impondo-se também que o modelo de gestão deste empreendimento de fins múltiplos seja público e tenha uma perspectiva de valorização da agricultura, de aposta na produção que corresponda aos interesses da região e não se transforme em mais um investimento público para servir apenas de drenagem de fluxos financeiros para o capital.
5 - A DRA do PCP saúda a luta dos trabalhadores e das populações no Alentejo. Destaca a importância das lutas dos trabalhadores por melhores salários e pensões, uma das questões centrais da actual situação, como contraponto a uma política e um Governo que cada vez mais se assume como comissão de gestão dos interesses dos grandes grupos económicos, concentrando cada vez mais a riqueza à custa da exploração dos trabalhadores, das privatizações, da entrega de recursos públicos aos grupos económicos e da concentração económica que prejudica os micro pequenos e médios empresários e agricultores. Destaca a luta dos trabalhadores da Petrogal que se deslocaram à sede da empresa exigindo aumentos salariais; a luta dos trabalhadores da Aunde em Vendas Novas, que com a sua unidade em plenário impediram a intenção da empresa em retirar o direito do dia de aniversário; a luta dos trabalhadores da Randstad, em Elvas, em greve no dia 14 de Janeiro, pela devolução do feriado municipal; e a concentração realizada em Beja em 17 de Dezembro pelo aumento dos salários e contra o elevado custo de vida promovida pela União dos Sindicatos.
A luta pelo direito à habitação, de que são expressão as acções do movimento porta-a-porta nos Distritos de Portalegre e Beja; pelo direito à saúde, de que são mais recentes exemplos as concentrações em Avis e Arraiolos; pela defesa do ambiente e contra a culturas super-intensivas, como a recente luta das populações em Ervidel, Concelho de Aljustrel; pela defesa do desenvolvimento, como as acções dos movimentos de utentes no litoral alentejano pela melhoria das acessibilidades nas vias paralelas ao IC33, e pelo direito à mobilidade nomeadamente em defesa do transporte ferroviário em Grândola; pelo direito à segurança, de que se destaca a lutas das populações de Cercal do Alentejo (Santiago do Cacém) e do Torrão (Alcácer do Sal) contra a redução de efectivos e a falta de viaturas no posto da GNR; pela educação e o respeito pelos direitos dos profissionais do sector; a par da luta pela Paz, de que foi importante expressão a participação de centenas de pessoas oriundas do Alentejo na manifestação do dia 18 de Janeiro em Lisboa; são apenas alguns exemplos das lutas que no dia a dia se travam na região Alentejo.
6 - A DRA do PCP apela à continuação da luta e em particular nas acções previstas para os próximos tempos:
· A Manifestação Nacional de Mulheres promovida pelo MDM a 8 de Março que terá expressão em Beja, Évora, Portalegre e Santiago do Cacém, bem como a Semana da Igualdade promovida pela CGTP-IN/CIMH de 5 a 12 de Março;
· As lutas em torno do Dia Nacional do Estudante a 24 de Março
· A Manifestação Nacional de Jovens Trabalhadores a realizar em Lisboa no dia 28 de Março, convocada pela CGTP-IN/Interjovem.
· A Jornada Nacional de Luta, convocada pela CGTP/IN para o dia 5 de Abril, com manifestações em Lisboa, Coimbra e Porto, com o lema “Mais salário e melhores pensões, defender os serviços públicos e as funções sociais do Estado.
Segurança Social, Saúde, Educação, Habitação”
· A DRA assinala ainda a importância das comemorações do 49.º Aniversário da Constituição da República Portuguesa a 2 de Abril, do 51.º Aniversário do 25 de Abril e das comemorações do 1.º de Maio convocadas pela CGTP-IN, apelando à participação nas acções agendadas.
7 – A DRA do PCP reafirma a posição do PCP relativa à decisão do Presidente da República de não promulgar a lei que previa a devolução de 302 freguesias das mais de mil e cem roubadas ao povo em 2013. Tal decisão – inseparável de todo um processo dilatório que PS e PSD arrastaram para impedir a sua devolução – traduz uma atitude de desprezo pela vontade expressa das populações e dos seus órgãos representativos.
O PCP não desistirá de devolver às populações as suas freguesias. Há todas as condições para, dentro dos prazos legais, a Assembleia da República confirmar o diploma e fazer justiça às populações e ao seu direito de ver a sua freguesia e órgãos representativos de volta com o que significa de proximidade, participação democrática e melhor resposta aos problemas.
Valorizando toda a luta que foi desenvolvida e que criou condições para a aprovação da reposição de freguesias na Assembleia da República, o PCP reitera que é necessário e indispensável no respeito pela vontade das populações ir mais longe na reposição das freguesias, contrariando bloqueios que têm sido criados, especialmente pelo PS e pelo PSD, quer a nível nacional quer a nível local.
As populações podem contar com a intervenção do PCP, essa intervenção que esteve presente quando se lutou contra a sua extinção e que até hoje continua para remover obstáculos e alcançar, contra a vontade de outros, a concretização dessa aspiração.
8. A DRA do PCP afirma a preparação das eleições autárquicas 2025 como uma das principais prioridades do Partido na região Alentejo. As eleições autárquicas representam uma oportunidade para o reforço das posições da CDU nos diversos órgãos autárquicos, expressão e instrumento da vontade das populações na promoção do desenvolvimento e da melhoria da qualidade de vida nas suas terras.
A preparação das eleições autárquicas está intimamente ligada à intervenção continuada e persistente do PCP e da CDU na luta pela resolução dos problemas locais, e da construção de um amplo espaço unitário de convergência de todos os que querem viver melhor nas suas terras.
O trabalho, honestidade e competência que caracterizam a acção dos eleitos da CDU e o projecto autárquico que transportam e que concretizam nas políticas e acções que realizam são a base certa e segura para assegurar nestas eleições o reforço das posições da CDU.
O reforço da CDU no poder local é condição essencial para assegurar que as populações estejam em melhores condições de resolveram os seus problemas, de que a luta para que a administração central e o governo cumpram as suas responsabilidades e competências prossegue.
Confirmando-se como uma força de constante e intensa ligação aos trabalhadores e às populações, e aos seus problemas, força com património inquestionável na gestão de dezenas de municípios na região Alentejo, profunda conhecedora da realidade dos territórios e municípios, a CDU é a força que conta para intervir, para participar, para decidir e para construir um futuro melhor no Alentejo.
O trabalho já realizado de divulgação e apresentação de cabeças de lista a câmaras municipais em cerca de 10 municípios, incluindo as capitais de Distrito Évora e Beja, e que vai prosseguir em toda a região, tem desde já demonstrado o clima de confiança e de apoio às candidaturas da CDU.
Afirmando o carácter distintivo do projecto autárquico da CDU, a DRA do PCP define como objectivos para a região a apresentação de candidaturas a todos os órgãos municipais e todas as freguesias e a manutenção e reforço de todas as posições nos diversos órgãos autárquicos.
9 – A DRA do PCP valoriza a intervenção de todo o colectivo partidário na aplicação das conclusões do XXII Congresso, comprovando que é possível alargar a influência do PCP nas suas múltiplas dimensões.
A DRA aponta como essencial a planificação da sua aplicação com realce para o reforço da organização do Partido e da sua iniciativa e acção, articulando o reforço organizativo com a iniciativa política e a ligação às massas, dando destaque à intervenção nas mais diversas frentes de trabalho, assumindo e inserindo a preparação das eleições autárquicas nesta perspectiva.
Constituem objectivos o reforço dos organismos dirigentes do Partido, a criação de mais organismos e a sua dinamização, com destaque para as células de empresa e de sector no âmbito das 100 novas células a criar, organismos locais e diversas áreas de intervenção, que tenham iniciativa e vida própria ligados ao meio em que actuam e inseridos na orientação e nos objectivos gerais da actividade e intervenção do Partido.
O desafio que se coloca é o de tomar a iniciativa em torno dos problemas concretos dos trabalhadores e do Povo, contribuindo para a reforço das organizações unitárias, alargando o espaço de convergência envolvendo democratas e patriotas na luta pela promoção do desenvolvimento da região, pela concretização das aspirações populares.
10 - A DRA do PCP sublinha a importância do envolvimento de toda a organização no desenvolvimento das seguintes frentes de intervenção, acções e iniciativas:
· O desenvolvimento da luta dos trabalhadores e das populações
· A intervenção junto dos trabalhadores, nas empresas e locais de trabalho;
· A preparação das eleições autárquicas e a intervenção local do Partido;
· O Prosseguimento da Acção Nacional “Aumentar Salários e Pensões. Para uma Vida Melhor”, valorizando o facto de a maioria das organizações do Partido no Alentejo já ter superado as metas previstas para concluir em Março;
· O desenvolvimento de iniciativas comemorativas do 94º Aniversário do “Avante”, com várias iniciativas já realizadas;
· O desenvolvimento de um amplo programa de comemorações do 104º Aniversário do PCP sob o lema “Projecto, luta, confiança”, com almoços e jantares convívio e outras iniciativas;
· A mobilização e preparação do Almoço Regional do Alentejo em Arraiolos a 16 de Março integrado nas comemorações do 104º Aniversário do PCP;
· O apoio à preparação e realização do 13.º Congresso da JCP que se realiza a 17 e 18 de Maio, sob o lema “Nas Nossas Mãos o Mundo Novo” uma importante realização para a afirmação da JCP e para a luta da juventude.
***
Ancorado no seu projecto de transformação da sociedade e de construção de um futuro melhor, na experiência e no património de luta de um partido de classe, de um partido centenário virado para o futuro, e intervindo no presente na defesa dos interesses dos trabalhadores e do povo, o PCP afirma a sua confiança nos valores de Abril e a sua esperança e convicção de que o caminho que a região e o País vão prosseguir se insere no percurso da luta pela alternativa política e pela política alternativa patriótica e de esquerda visando a democracia avançada e o socialismo.